Podemos quer eleger 2 federais e até 6 estaduais em Mato Grosso

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, também à frente do Podemos no estado, articula uma estratégia eleitoral ousada para as próximas eleições. Após o encerramento da janela partidária, o dirigente aposta na força do grupo político para ampliar a presença da sigla tanto no Congresso Nacional quanto na Assembleia Legislativa.

Segundo Russi, o partido trabalha com a meta de conquistar até duas das oito cadeiras de Mato Grosso na Câmara dos Deputados. A projeção é considerada desafiadora, mas viável diante do conjunto de pré-candidatos que migraram ou se filiaram recentemente à legenda.

A reorganização partidária, intensificada com o fim do prazo que permite a troca de siglas sem perda de mandato, consolidou nomes considerados competitivos dentro do Podemos. A expectativa da direção é que o desempenho nas urnas reflita o potencial eleitoral desse grupo, embora o cenário dependa diretamente da composição das chapas adversárias e do quociente eleitoral, estimado entre 230 mil e 250 mil votos.

Na disputa proporcional estadual, o plano é ainda mais ambicioso. Sob o comando de Russi, o Podemos pretende lançar uma chapa completa e alcançar até seis cadeiras na ALMT, podendo chegar a sete, o que transformaria a sigla na maior bancada da Casa. O projeto conta com parlamentares já em exercício e novos nomes com atuação regional consolidada.

A estratégia inclui também a formação das chamadas “dobradinhas eleitorais”, quando candidatos a deputado estadual e federal atuam em conjunto para ampliar o alcance junto ao eleitorado. A tática é vista como fundamental para fortalecer a votação em diferentes regiões do estado.

Com as convenções partidárias previstas entre julho e agosto, será definida a lista oficial de candidatos. Até lá, a sigla segue ajustando alianças e consolidando sua base política, mirando um crescimento significativo sob a liderança de Max Russi em Mato Grosso.

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