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Presidente da Central Sicredi Centro Norte avalia aprovação de lei para o cooperativismo de crédito

Presidente da Central Sicredi Centro Norte avalia os impactos da nova legislação cooperativista de crédito.

** Vilmar Kaizer – Da Redação

Em 13 de julho o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei Complementar número 27/2020, que dispõe sobre a reformulação do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). O PL agora segue para a sanção presidencial, enquanto as cooperativas aguardam as alterações. O vice-presidente do Sistema OCB-MT e presidente da Central Sicredi Centro Norte, João Carlos Spenthof, durante entrevista destacou os benefícios das alterações que irão acontecer.

“A aprovação do PLP 27/2020 é mais um marco dos avanços normativos para as cooperativas de crédito se expandirem ainda mais em nosso país. Elas já atingem mais de 15 milhões de associados. Já são a maior rede de atendimento neste país, com mais de 9 mil agências e se expandindo de forma acelerada e com este normativo e nós temos um ambiente ainda mais propício para que as cooperativas de crédito tenham um portfólio mais completo e talvez até superior a muitos bancos”.

Isso se deve, segundo o presidente, devido à possibilidade de modernização do sistema de Governança das cooperativas, novos produtos, expansão de crédito com limite maior à disposição dos associados, além da impenhorabilidade das quotas-parte, que integram o patrimônio das cooperativas.

“Todos esses fatores, aliados ao aumento da supervisão pelas Centrais de cooperativas em relação às cooperativas singulares, representa um avanço significativo que moderniza mais o sistema, com a possibilidade de expansão cada vez maior, em todas as regiões do país, principalmente o norte e nordeste”, afirma Spenthof.

O presidente ressalta que com este incremento na atividade cooperativista de crédito, ganham não apenas as instituições, mas a própria sociedade brasileira, com a geração de emprego, renda e agregação de valor. “Isso gera prosperidade para todos e sobretudo qualidade de vida para as pessoas e para as micro, médias e grandes empresas, além da agricultura familiar. É o cooperativismo cumprindo com o papel social junto às comunidades” finaliza.