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O sistema eleitoral brasileiro possui características que muitas vezes frustram o eleitor, a exemplo disso, quando a maioria dos eleitos não foram os mais votados, carregados por legendas partidária sem respeito à vontade popular, o sistema atual desconsidera essa escolha individual do eleitor.

 

Vergonhosamente, ao custo de bilhões do dinheiro público, com a falácia de uma disputa igualitária e justa onde todos teriam as mesmas condições de campanha, observamos ao longo dos anos, que prevalecem só o interesse partidário, que os candidatos não tem o mesmo tratamento, e sim alguns privilegiados, amigos do rei, e logicamente aqueles que já detém mandatos eletivos, proporcionando uma verdadeira perpetuação do poder, só observar o Congresso Nacional.

 

Precisamos fortalecer a democracia e restabelecer a confiança no processo eleitoral, garantir a eleição dos mais votados, independente das legendas, respeitando-se de verdade a vontade popular.

 

Necessitamos com urgência uma reforma política, que acabe com financiamentos públicos e com as distorções inclusive imorais impostas hoje, a exemplo dos inúmeros partidos existentes, os tais nanicos que em épocas eleitorais só servem como modo de trocas, mesmo disposto na constituição federal, no artigo 17 e na legislação eleitoral brasileira, particularmente a lei dos partidos, Lei nº 9096/1995 e a leis das eleições, Lei nº 9.504/1997 e todas as suas regulamentações mais do que nunca, precisamos de mudança radicais em tudo com uma legislação eleitoral moderna, que represente a vontade popular, que possibilite a candidatura do cidadão sem obrigatoriedade de filiação partidária, “os independentes” necessitado de regatar a vontade popular e não a vontade partidária.

 

Talvez você me pergunte se acredito que tais medidas poderiam ser implantadas, te respondo com clareza, não, não ocorreram, pois o sistema implantado não acerta mudanças, pois eles são os únicos beneficiados.

 

– O Papo é Reto, com Doglas Arisi.

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