Do dia de ontem, acompanhamos de perto dois julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF), casos distinto, porém aos olhos de entendedores ficou mais cristalino que nunca, de um lado a primeira turma do STF, ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Zanin, Carmen Lúcia, julgando Eduardo Bolsonaro, na época, deputado federal, por “ coação no curso do processo de julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, apesar da defesa ora realizada pela Defensoria Pública da União, diga-se, perfeita, mostrando embasamentos legais, em especial art. 53 CF, onde trata de imunidade parlamentar, ainda disso que todo esse processo é nulo, pois o mais básico, a citação do réu, que deveria ser feito pelos meios legais, simplesmente foi por publicação o que é vedado por lei nesses casos, pois bem, todos os ministros dessa turma, se quer aceitaram os apontamentos feitos pelo defensor, desmereceram tudo, numa clara e mais notória perseguição política, em especial vindo do relator Ministro Alexandre de Moraes, condenação sumário de 4 anos e 2 meses entre outras penas, lastimável ver aqueles que deveriam garantir a justiça, fazendo exatamente o contrario, por outro lado tivemos o julgamento das prisões envolvendo familiares do caso Banco Master, analisadas pela segunda turma, Ministros André Mendonça, Luiz Fux, Cássio Nunes Marques e Gilmar Mendes, aqui sim se viu a diferença entre justiça e perseguição, mas sobre esse julgamento, no próximo texto estaremos comentando a atuação de como um verdadeiro ministro Deve atuar, demonstrando a verdadeira fase da justiça!
Doglas Arisi