Mauro Mendes prorroga incentivos fiscais até 2026 e afirma: “Medida evita aumento de preços para a população”

Redução da carga tributária beneficia setores como comércio, atacadistas, bares, restaurantes, farmácias e vestuário em Mato Grosso

Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT

A economia mato-grossense seguirá contando com incentivos fiscais até abril de 2026. O governador Mauro Mendes assinou, nesta quarta-feira (30), um decreto que estende os benefícios tributários concedidos a setores estratégicos como atacado, varejo, bares, restaurantes, farmácias, vestuário e tecnologia.

A decisão, segundo o chefe do Executivo estadual, não tem como foco apenas o ambiente empresarial, mas também a proteção do consumidor. “Manter os incentivos é garantir que os preços não subam para a população. A conta sempre recai sobre o cidadão quando os impostos aumentam. Estamos fortalecendo a competitividade e preservando empregos em Mato Grosso”, declarou.

A medida foi formalizada durante cerimônia no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, com a presença de deputados estaduais, secretários e representantes do setor produtivo. Elaborado em parceria com a Secretaria de Fazenda (Sefaz) e a Casa Civil, o decreto visa assegurar estabilidade fiscal e crescimento sustentável.

O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, explicou que a prorrogação contribui diretamente para controlar a inflação estadual e manter o poder de compra da população. “Se os incentivos não existissem, estaríamos elevando os preços ao consumidor em até cinco pontos percentuais. Essa política protege o bolso do cidadão e mantém o ritmo da economia local”, disse.

Mendes também destacou que o Estado só conseguiu manter os incentivos graças às reformas implementadas desde o início de sua gestão. Ele citou ainda a redução de ICMS em áreas como energia, combustíveis e comunicação, reforçando o compromisso com uma administração eficiente e voltada para resultados.

A cerimônia contou com a presença do vice-governador Otaviano Pivetta, do secretário de Desenvolvimento Econômico César Miranda, além de lideranças políticas e representantes do comércio.

Fonte:Secom/Redação

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