Senador integra comitiva oficial com o presidente Lula e reforça papel do Parlamento em acordos bilaterais e na diplomacia internacional
O senador Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional, participou nesta terça-feira (13) da IV Cúpula Celac-China, realizada em Pequim. Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o parlamentar compôs a comitiva brasileira em uma das agendas diplomáticas mais estratégicas do ano.

Ricardo Stuckert/PR Fonte: Agência Senado
O encontro reuniu autoridades da América Latina, do Caribe e da China, com foco em temas como cooperação econômica, desenvolvimento sustentável, conectividade e integração política. Durante a programação oficial, Alcolumbre esteve presente na cerimônia de abertura do fórum e participou de reuniões com o presidente chinês Xi Jinping, o primeiro-ministro Li Qiang e o presidente da Assembleia Popular, Zhao Leji.
Mais de 20 acordos bilaterais entre Brasil e China foram assinados durante a missão, abrangendo áreas como agricultura, energia, inovação, meio ambiente, saúde e inteligência artificial. A China mantém sua posição como principal parceiro comercial do Brasil e figura entre os maiores investidores na América Latina.
Para o senador, a presença do Congresso Nacional na cúpula internacional fortalece a participação do Parlamento na política externa do país.
— Representar o Congresso Nacional neste encontro internacional é reafirmar o compromisso do Parlamento brasileiro com o multilateralismo, com o diálogo entre os povos e com a busca por soluções globais baseadas no respeito mútuo e no desenvolvimento sustentável. O protagonismo da América Latina no cenário internacional passa, também, pela atuação dos seus Parlamentos. Participar da cúpula é dar legitimidade democrática aos compromissos que o Brasil assume com seus parceiros estratégicos — declarou Davi.
A parceria entre a China e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) completa 10 anos em 2025, com avanços expressivos no combate à pobreza e na atração de investimentos para os países-membros.
Fonte: Agência Senado/Redação